A gota que salva?

Numa campanha insossa, que não mergulhou em profundidade no desemprego, na austeridade nem na sobrevivência do euro, François Hollande não disse grande coisa,

O Estado de S.Paulo

13 de maio de 2012 | 03h07

mas disse o essencial: é a favor da Europa. "Há três anos o continente está à beira

do precipício, o que faz com habilidade extraordinária", avalia o sociólogo francês

Alain Touraine, que acaba de publicar Carnets de Campagne, em que estuda as

agruras da sociedade contemporânea. Para sair da crise, receita ele, só soletrando

a palavra impronunciável, horrível, condenável: federalismo.

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