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Ladeada por quatro ex-presidentes, Dilma Rousseff instalou a comissão que vai apurar crimes dos anos de chumbo. E o fez com um recado firme, porém sereno: "A verdade não abriga nem ressentimento, nem ódio, tampouco perdão". Em livro a ser lançado neste mês, o Nobel da Paz Desmond Tutu, que presidiu comissão semelhante na África do Sul, reitera que o passado não morre em silêncio, e recupera sua justiça restauradora: "O propósito não era punir, mas curar".

O Estado de S.Paulo

20 de maio de 2012 | 03h09

Preso por 6 anos e meio durante a ditadura, o psicanalista Reinaldo Morano entende que voltar ao tema no Brasil terá efeito de desrecalque: "É fundamental encarar nossa história de violência, que vem desde a escravidão". Já o cientista político Renato Lessa quer ver à disposição dos brasileiros novos elementos: "O efeito principal será a elucidação

do que significa um regime de exceção no País".

EXCLUSIVO xPágs. J4 e J5

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