Filme medita sobre a memória, a vida e a morte

"Se existe uma obra que se constrói na dimensão da memória, esta é Santiago, documentário de João Moreira Salles. O filme adota o primeiro nome do mordomo da família Moreira Salles, Santiago Badariotti Merlo. Santiago não é apenas o resgate de um personagem, por fascinante que seja. É a prática de um cinema que poderíamos chamar de metafísico, em falta de definição melhor. Ao rondar aquela figura e deixá-la falar do fantasioso mundo aristocrático, o que se busca é um pouco da essência da vida."

Luiz Zanin Oricchio, O Estado de S.Paulo

25 de agosto de 2007 | 20h55

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