No tapetão emergente

Reunidos em Cannes, como num festival de cinema, os representantes do G-20 mais lidaram com a bancarrota da Grécia do que com as políticas globais de desenvolvimento, num momento em que economias afluentes encaram potências envelhecidas ou em apuros. O que fica do encontro? Tema para a cientista política franco-americana Karoline Postel-Vinay: "Apesar das críticas, o G-20 tornou-se o laboratório de um mundo em transformação".

O Estado de S.Paulo

06 de novembro de 2011 | 03h07

ENTREVISTA | Págs. J4 e J5

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