O que passou

FIDEL REAPARECE DEPOIS DE 10 MESES10/11O ex-presidente cubano, Fidel Castro, faz sua primeira aparição pública em dez meses ao lado do patriarca da Igreja Ortodoxa russa, Kiril Gundajaev, em Havana. A última imagem de Fidel foi feita quando ele posou ao lado do presidente Lula. Após quase 50 anos no poder, o ex-líder renunciou ao cargo por motivos de saúde em fevereiro e foi substituído pelo irmão, Raúl. A foto, do dia 21 de outubro, foi divulgada na internet. UE RETOMA DIÁLOGO COM RÚSSIA10/11A União Européia decide restabelecer as negociações de um acordo estratégico com Moscou, congelado em setembro após o conflito entre Rússia e Geórgia. Dos 27 países do bloco que participaram da votação, a Lituânia foi a única nação a se opor à retomada das conversas. Entre os acordos de cooperação estão pactos políticos, econômicos e comerciais. CONGRESSO AUMENTA PENA POR PEDOFILIA11/11A Câmara dos Deputados, em Brasília, aprova projeto de lei que pune com até 8 anos de prisão a pornografia infantil e os crimes de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes na internet. A proposta segue para sanção do presidente Lula. Hoje, pedófilos só podem ser presos se forem flagrados distribuindo pornografia. MP DA COMPRA DE BANCOS É APROVADA12/11O governo conclui a aprovação da medida provisória 443, que autoriza a aquisição de instituições financeiras pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal. O texto permite que a Caixa Banco de Investimentos, empresa criada pela MP, compre, sem restrições, qualquer outra do ramo. A proposta será examinada pelo Senado.GREVE DE POLICIAIS ACABA EM SÃO PAULO13/11Os policiais civis suspendem a greve que já durava dois meses. A decisão ocorreu após o ministro Eros Grau, do Supremo Tribunal Federal, cassar liminar que concedia o direito de paralisação à categoria. O governador José Serra também sancionou quatro projetos de lei complementares que beneficiam policiais civis, militares e técnico-científicos. Os salários serão reajustados em 6,5%.ONU DESLOCA 60 MIL REFUGIADOS14/11O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados vai transferir na próxima semana 60 mil pessoas dos campos nos arredores de Goma, no leste da República Democrática do Congo, por causa das condições de segurança da região. Desde que o conflito se intensificou, 250 mil pessoas foram obrigadas a fugir de suas casas. Agências humanitárias querem evitar que civis sejam atingidos em fogo cruzado entre soldados e rebeldes.

O Estado de S.Paulo

15 de novembro de 2008 | 21h21

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