O que passou

JUSTIÇA CONCEDE LIBERDADE A GIL RUGAIO estudante Gil Rugai, acusado de ter assassinado o pai e a madrasta em março de 2004, deixa o presídio em Tremembé, no interior de São Paulo. A libertação foi decidida pelo ministro Arnaldo Esteves Lima, do Superior Tribunal de Justiça, que concedeu habeas-corpus em caráter liminar. O acusado ficou preso entre 2004 e 2006, quando teve liberdade concedida pelo STF. Em setembro, ele foi preso novamente por ter mudado de cidade sem avisar o juiz. DEMITIDOS NA CRISE TÊM SEGURO AMPLIADOO Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador anuncia que os trabalhadores dos setores produtivos mais afetados pela turbulência econômica que foram demitidos a partir de dezembro vão ter direito ao seguro-desemprego por um período de cinco a sete meses. Até então, as parcelas variavam de três a cinco meses. O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, disse que os setores de siderurgia, extração mineral e exportação de frutas serão beneficiados. Segundo Lupi, se houver agravamento da crise o governo pode aumentar o número de parcelas do seguro-desemprego para até dez meses. QUEDA DE AVIÃO DEIXA 50 MORTOS NOS EUAUm avião da Continental Airlines cai sobre uma casa num subúrbio de Buffalo, no Estado de Nova York. O avião havia decolado do aeroporto de Newark, em New Jersey, com destino ao aeroporto internacional Buffalo Niagara. A explosão matou os 49 pessoas a bordo e uma moradora da casa atingida. O acidente provocou um incêndio de grandes proporções e 12 casas tiveram de ser esvaziadas. Investigadores recuperaram as caixas-pretas da aeronave. TZIPI LIVNI VENCE EM ISRAELMesmo com 100% dos votos apurados - e a vitória do moderado Partido Kadima -, os israelenses não sabem como será o novo governo. O resultado mostra que o Kadima, da chanceler Tzipi Livni, conquistou 28 das 120 cadeiras do parlamento; enquanto o Likud, do ex-premiê Binyamin Bibi Netanyahu, ficou com 27. Tzip e Bibi negociam se unir para formar uma coalizão. A premiê seria a líder da aliança, mas disse estar disposta a abrir mão do cargo caso Bibi concorde em excluir da coalizão alguns partidos de extrema direita e deixar para o Kadima alguns ministérios importantes.SUPREMO ARQUIVA CASO PALOCCIO ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, decide arquivar uma investigação que existia contra o deputado federal Antonio Palocci. O parlamentar era investigado por contratação de empresa de publicidade supostamente sem licitação na época em que era prefeito de Ribeirão Preto. Celso de Mello tomou a decisão depois de o Ministério Público Federal concluir que não existiam provas contra Palocci. Além dessa investigação, tramita no STF um inquérito que apura se Palocci teve ou não envolvimento com a quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo dos Santos Costa.

O Estado de S.Paulo

15 de fevereiro de 2009 | 00h02

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