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O que passou

Brasil aprova Venezuela no Mercosul

O Estado de S.Paulo

20 de dezembro de 2009 | 03h01

O Senado aprova a entrada da Venezuela no Mercosul, por 35 votos a 27. A decisão se arrastava por três anos e meio por conta das críticas na casa contra o perfil autoritário do presidente Hugo Chávez. Estima-se que as exportações brasileiras para a Venezuela passaram entre 2003 e 2008 de US$ 608 milhões para US$ 5,15 bilhões, de acordo com dados do senador governista Romero Jucá (PMDB-RR). O próximo passo para o ingresso é conseguir a aprovação do Paraguai. Argentina e Uruguai já aprovaram.

Casal Nardoni vai a júri popular em março

Acusados de assassinar a menina Isabella Nardoni, o pai, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Anna Carolina Jatobá, serão julgados a partir de 22 de março de 2010 por decisão do juiz Maurício Fossen, do 2.º Tribunal do Júri de São Paulo. A decisão ocorre uma semana depois de um novo exame de DNA confirmar que as amostras de sangue coletadas no local do crime eram mesmo do casal. Os réus alegam inocência.

Brasileira que forjou ataque é condenada

A advogada Paula Oliveira, que disse ter sofrido um ataque xenófobo nos arredores de Zurique, em fevereiro, é condenada a pagar multa equivalente a R$ 22.600 por ter induzido a Justiça suíça a erro. A brasileira confessou ter mentido quando denunciou à polícia uma suposta agressão de três neonazistas, que teriam gravado em seu corpo a sigla do Partido do Povo Suíço e lhe causado um aborto. Foi apurado que tudo não passou de farsa, pois Paula não estava grávida e ela mesmo causou as lesões com um estilete. A defesa alegou que a advogada estaria em estado de delírio quando denunciou o ataque.

Liminar mantém garoto S. no Brasil

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, concede liminar a Sandra Bianchi, avó materna do menino S., de 9 anos, para que ele permaneça no Brasil até que o STF se manifeste sobre o seu pedido de que o garoto seja ouvido pela Justiça. A liminar contraria a decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, que na quarta-feira deu prazo de 48 horas para que S. fosse viver com o pai biológico, David Goldman (foto), nos EUA. A disputa entre o pai e o padrasto brasileiro, João Paulo Lins e Silva, teve início em 2008, depois da morte da mãe, Bruna Bianchi. Na sexta-feira, os Lins e Silva convidaram Goldman a passar o Natal com o filho, no Rio.

Filho de Sarney desiste de censura

O empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), desiste da ação contra o Estado. Desde 31 de julho, por conta de liminar emitida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF), o jornal está impedido de publicar o nome de Fernando Sarney vinculado à Operação Boi Barrica, da Polícia Federal. A desistência ainda não tem efeito jurídico, pois aguarda análise do TJ-DF, que só deve ser feita em janeiro.

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