O que passou

SEG. 5/11

O Estado de S.Paulo

11 de novembro de 2012 | 02h06

Premiê britânico ordena

investigação sobre pedofilia O primeiro-ministro britânico, David Cameron, manda abrir uma investigação sobre casos de abuso sexual cometidos em abrigos infantis no País de Gales durante os anos 1970. Entre os suspeitos de pedofilia está um político do Partido Conservador cujo nome não foi revelado. No final da década de 1990, 240 pessoas chegaram a ser ouvidas no que ficou conhecido como o caso Waterhouse, sobrenome do juiz que recebeu as denúncias, mas vítimas afirmam que o inquérito estava incompleto. A ordem de Cameron é consequência do apelo de Keith Towler, encarregado de projetos infantis no País de Gales, que diz que "muita sujeira foi varrida para debaixo do tapete" depois das investigações. O país também investiga Jimmy Savile, morto no ano passado, e outros apresentadores da BBC por abuso sexual.

QUA. 7/11

Carla Cepollina é absolvida pela morte de Ubiratan

O júri decide inocentar a advogada Carla Cepollina (foto) da morte do coronel Ubiratan, seu namorado em 2006, morto com um tiro em seu apartamento em São Paulo. Carla foi absolvida por falta de provas. Ela negou a autoria do crime e apontou um assessor de Ubiratan, que também já morreu, como o assassino. O coronel Ubiratan Guimarães ficou conhecido por ter comandado a invasão do Carandiru, em 1992, quando 111 presos morreram.

Aprovadas leis sobre

crimes cibernéticos

A Câmara aprova dois projetos de lei sobre crimes cibernéticos: a Lei Azeredo e a Lei "Carolina Dieckmann", que ganhou o apelido por causa do vazamento de fotos da atriz na internet. O primeiro projeto teve Eduardo Azeredo (PSDB-MG) como relator e tramitava no Congresso havia mais de dez anos; o segundo é de autoria do deputado do PT Paulo Teixeira. As leis esperam agora a sanção da presidente Dilma Rousseff para entrar em vigor. Tornam crime invasão de computadores, violação de senhas, obtenção de dados sem autorização, ação de hackers e a clonagem de cartão de crédito ou de débito. A Lei "Carolina Dieckmann" estabelece penas para invasão de computadores e racismo na internet, cria delegacias especializadas e altera o Código Penal para incluir dados eletrônicos. A votação sobre o Marco Civil da Internet foi adiada para esta semana.

QUI. 8/11

Presidente Assad diz que vai 'viver e morrer' na Síria

Em resposta ao primeiro-ministro britânico, David Cameron, o presidente sírio, Bashar Assad (foto), declara que vai "viver e morrer" na Síria, recusando-se a deixar o país, apesar da guerra civil que já dura 19 meses. A declaração do líder sírio ocorreu depois de o britânico lhe oferecer uma "saída segura" se isso garantir o fim dos conflitos. Assad ainda disse que não é "fantoche" do Ocidente e afirmou que o preço de uma intervenção estrangeira em seu país seria muito alto, um efeito dominó, que desestabilizaria a região. "Não acho que o Ocidente esteja indo nesta direção, mas, se for, ninguém pode prever o que irá acontecer", alertou.

SEX. 9/11

NY adota racionamento

de combustível

Nova York passa pelo primeiro racionamento de combustível generalizado desde a crise de combustível em 1970. A região nordeste dos EUA ainda enfrenta dificuldades para se recuperar da devastação causada pela supertempestade Sandy.

Diretor da CIA

pede demissão

David Petraeus apresenta carta de renúncia ao presidente Barack Obama, após reconhecer uma relação extraconjugal. O já ex-diretor da CIA assinalou que a infidelidade demonstra um critério "extremamente pobre" e um "comportamento inaceitável", tanto como marido quanto como líder de uma organização tão importante.

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