Réquiem para a clausura do mundo

teatro

O Estado de S.Paulo

17 de julho de 2007 | 18h03

"Salmo 91 é um espetáculo de dureza total que consegue ser compassivo. Quando a luz do palco se acende e a voz dolorida de Elza Soares inicia O Meu Guri, de Chico Buarque, algo prende a atenção do público; e assim será até o fim. O tema é uma volta ao cotidiano do Carandiru e ao massacre de 111 detentos. O livro de Drauzio Varella e o filme de Hector Babenco pareciam ter esgotado o assunto. O dramaturgo Dib Carneiro Neto intuiu que não, e estava certo. Se o presídio foi implodido, sua metáfora trágica continua intacta." Jefferson Del Rios

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